domingo, 6 de junho de 2010

Kill Bill e outras cositas mais...

Acho que ás vezes nós temos que arriscar, afinal, muitas das coisas da vida não são tão definidas e divididas assim em CERTO e ERRADO. O contexto muda, as ídeias mudam, e o que acontece é que o certo é, naquele momento, fazer o errado.
Parece conversa de bêbado? Acho que só quem viveu uma situação dessas ou quem sabe abstrair pode entender.
Ás vezes sinto vergonha de ser eu mesma, porque tenho algumas opniões bem... incomuns, eu diria. Na verdade eu fico meio dividida entre me mostrar, sem ter receio de expor quem eu sou, mas ao memso tempo penso que certas exposições são desnecessárias, pois infelizmente eu me importo demais com certas coisas, e isso volta ao inicio da idéia, a parada da vergonha. Acho que isso também tem algo relacionado á minha carencia crônica, aquela coisa de querer se sentir aceita, essas coisas todas... Bem, um dia eu me livro desses meus paradoxos.
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Sexta feira á noite finalmente eu assisti Kill Bill, o 1 e o 2. Sério! Até esse dia eu ainda não tinha assistido e, putz! é um puta filme bom, vai direto pro meu top, proximo ao topo aliás. Pelo que as pessoas me diziam, eu não achei que fosse gostar desse filme, não curto muito esse lance de sangue ao extremo, e cenas exageradas de violencia, mas de algum jeito que eu não consigo entender, tudo isso se encaixa numa quimica perfeita, e todos aqueles lances, pequenos detalhes mesmo, que a gente vai sacando aos poucos (no meu caso beeeeeeeeeeeeem aos poucos mesmo) e até as coisas mais obvias e bizarras, é como se ele brincasse com as convenções todas de "como fazer um filme de tal tipo", acho que Quentin inventou o dele, fiquei fã mesmo, e olha que eu só vi Pulp fiction e os Kill bill, mas pretendo ver os outros em breve.

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